
Há quatro temporadas a representar o Alanyaspor, Nuno Lima parece talhado para marcar ao Besiktas mesmo sendo central: em 24/25, faturou no empate fora de portas (1-1), num jogo em que o golo da turma da casa foi da autoria de Rafa Silva; e já esta temporada, “deu” a vitória à sua equipa, que é comandada por João Pereira, a contar para a 2ª Jornada (1-0).
Natural de Espinho, o futebolista concluiu a sua formação no Paços de Ferreira, e foi ao serviço dos “castores” que se notabilizou durante duas temporadas na I Liga, despertando aí o interesse do Alanyaspor, clube que o contratou no Verão de 2023 e ao serviço do qual já soma quase 100 jogos (96), tendo se afirmado como indiscutível nas épocas mais recentes.
Atualmente com 25 anos, Nuno Lima, que passou 4 temporadas na formação do FC Porto e como sénior alinhou ainda no Felgueiras, é o jogador entrevistado esta semana no âmbito da nossa parceria com a página À bola pelo mundo, e assume a ambição de jogar num Campeonato de topo na Europa para ficar mais perto da Seleção, destacando também César Peixoto e João Pereira como os melhores treinadores com quem já trabalhou:
À Bola pelo Mundo/Conversas Redondas: Estás a iniciar a quarta época na Liga turca, já marcaste um golo decisivo para bater o Besiktas e és unanimemente apontado como um dos melhores centrais do campeonato. Este é o melhor momento da tua carreira?
Nuno Lima: É verdade que estou a ter um bom começo de época, estive bem nestes 4 jogos, nomeadamente nesse com o Besiktas, onde consegui fazer o golo que nos deu a vitória. Estou numa boa fase desde a minha chegada aqui, o primeiro ano foi de adaptação, mas acabei por me conseguir afirmar, mesmo tendo chegado já com a época em andamento. Neste momento já me considero um central num bom nível para esta liga, que é muito competitiva, com muita qualidade em todos os setores, e agora cada vez mais.
Curiosamente pareces ter uma predileção para marcar ao Besiktas: é a única equipa a quem já fizeste 2 golos na carreira!
Tínhamos comentado isso aqui, entre colegas e também com alguns adeptos: parece que ganhei o gosto de marcar ao Besiktas! Mas por acaso não tinha presente que era a única equipa a quem já tinha marcado 2 golos. Este foi de canto, de cabeça, e o primeiro já tinha sido de canto também, mas foi com o pé, o que até é estranho para mim! Curiosamente eu fiz o golo, a bola foi ao centro e o Besiktas fez golo em 20 segundos pelo Rafa [Silva]! Esse jogo ficou 1-1 [2024/25].
Quais são os objectivos do clube para esta época? Passam pela qualificação para as competições europeias?
O objectivo assumido é fazer melhor que a época passada, fazer uma época tranquila. No ano passado fomos consistentes mas podíamos ter feito melhor, tivemos muitos empates e algumas derrotas com equipas que estavam ao alcance, aliás os nossos melhores jogos até foram contra os grandes, empatávamos e perdíamos jogos que não podíamos perder. A permanência é sempre o grande objectivo, e acredito plenamente que vamos conseguir alcançá-lo. Mais para a frente logo se vê onde estamos e onde podemos chegar.

Como é que surgiu a possibilidade de ires para a Turquia?
Colectivamente tivemos uma época horrível no Paços [de Ferreira], muito má. No fim da época [2022/23] já tinha a possibilidade de vir, surgiu o interesse do Alanyaspor, acertaram a transferência com o Paços e depois acabou por não se concretizar, porque avançaram para outro central. Iniciei a nova época no Paços, surgiram algumas ofertas e a 3 dias do fecho do mercado aqui (em Portugal já tinha fechado), ligaram novamente a dizer que continuavam a querer-me, o tal central entretanto não ficou. Chegaram a acordo com o Paços e vim, e hoje posso dizer que estou muito contente com a decisão que tomei.
Tens contrato por quanto tempo?
Renovei o ano passado até 2029.
Como é viver aí? O clima, a comida, as pessoas, a comunicação…
No clube obviamente falam inglês, o turco é muito difícil de aprender. Tive a sorte de vir para uma cidade turística, Alanya, que vive do comércio e do turismo durante todo o ano, por isso é normal falarem inglês em todo o lado. Já dou uns toques em turco, se falarem com calma e de forma clara (risos). Mas é muito difícil, tem algumas coisas diferentes, mesmo no alfabeto.
São pessoas muito simpáticas, quando cheguei não tinha noção mas fiquei muito surpreendido. São prestáveis, a nível do clube nunca nos falta nada, tentam ajudar com tudo, mesmo com a família. Os turcos são muito amáveis, gostam de receber bem, mesmo a nível de comida, são como nós, gostam de oferecer e de fazer com que as pessoas se sintam bem.
A cidade onde vivo tem uma grande variedade de restaurantes, embora no clube nem sequer tenhamos pratos muito típicos, são sempre refeições mais “normais”. Claro que já provei algumas, umas gostei, outras fogem um bocadinho do meu gosto, são comidas mais temperadas, também com muito picante, que eles toleram bastante e eu não consigo mesmo! Os doces também são diferentes dos nossos, muitos folhados, com óleo, torna-se muito gorduroso, pesado. São muito doces, e usam muito pistáchio.
Em termos de clima, o único parecido que tinha apanhado era em férias, climas tropicais. Faz muito calor, 40 graus durante o dia, muita humidade, na pré-época temos de fugir daqui porque não dá para treinar. Mas é muito agradável para viver, faz calor o ano todo, o inverno é tranquilo, não tem nada a ver com Portugal.
Tens algumas histórias curiosas que já te tenham acontecido aí?
Mais relacionadas com a cultura, por ser diferente da nossa. Não foi propriamente um choque, mas a religião muçulmana é a mais presente aqui, e por isso têm muito a questão das mesquitas, na hora da reza começa a tocar a sirene, mesmo que sejam 4 ou 5 da manhã. Quando cheguei fez-me um bocado de confusão, agora já estou tão habituado que já nem me apercebo.

E em termos de futebol? Surpreendeu-te de alguma forma?
Conhecia muito pouco, sabia que tinha muitos jogadores de qualidade mas desde que vim tenho visto o crescimento da liga, cada vez tem mais estrelas do futebol mundial. Nos países fora do top 5 ou 6, como é o caso de Portugal, podem pensar na Turquia como uma liga inferior, mas não concordo em nada. A nível de infra-estruturas é das melhores do mundo, com estádios incríveis, centros de treino muito bem organizados e evoluídos, temos excelentes condições para treinar. A atmosfera também, não há estádios vazios, ao contrário do que acontece por exemplo em Portugal. O jogo é mais físico, de transição, parte muito a partir dos 50 minutos, mas tecnicamente também tem jogadores muito evoluídos. A nível táctico não é tão forte como em Portugal, é mais baseado em duelos homem a homem, transições rápidas, passes longos.
Adaptaste-te rapidamente ou nem por isso?
Agora os centrais fazem cada vez mais parte do esquema ofensivo, têm de saber sair a jogar, ter à vontade com a bola, e eu cheguei muito bem preparado a esse nível, mas sentia que podia crescer a nível físico e de duelos, e escolhi uma liga boa nesse aspecto. Não era fraco defensivamente mas tive de evoluir, treinar e aprender com quem já estava cá. Neste momento sinto-me confortável neste estilo de jogo, mas sei que se fosse para Portugal ou outra liga de futebol mais organizado, apoiado e de mais construção, também não teria problema nenhum.
Como é ser treinado por um português no estrangeiro? É positivo ou dá-te mais pressão?
Acaba por ser bom para mim, pela língua, porque só tive treinadores turcos até à chegada do mister João Pereira. A língua pesa e ajuda muito na comunicação, no entendimento do jogo. Depois o facto dele ter sido jogador, ter a base da formação portuguesa, ele e a sua equipa técnica trabalham muito bem todos os aspectos do jogo (ofensivo, defensivo, bola parada) e conseguiram trazer o seu estilo de jogo e adaptá-lo às características desta liga. Foi óptimo para mim, já estava a jogar antes mas foi ainda mais gratificante desde a chegada dele. A relação acaba por ser um pouco diferente.
Fizeste grande parte da formação entre FC Porto, Feirense e Paços. O que recordas desses tempos? Custou deixar o FC Porto ainda nos iniciados?
Foram bons momentos, onde fiz muitas amizades. As melhores memórias que tenho é de quando jogava com os meus amigos, me divertia e ia jogar ao fim de semana sem a responsabilidade que temos agora. Sempre soube que queria ser jogador, sempre trabalhei para ter uma carreira. Os sacrifícios que fiz, faria tudo novamente de olhos fechados. Entrei no FC Porto com 9 anos, e claro que um menino numa instituição dessas pensa sempre que está mais perto de chegar ao futebol profissional, mas saí por opção minha, porque sentia que não estava a ter o tempo de jogo que queria e percebi que, se queria perseguir esse sonho de ser profissional de futebol, tinha de começar a trilhar os passos para lá chegar, não queria estar lá só por estar. E ainda bem que o fiz, não foi um caminho fácil mas permitiu moldar-me e ser o jogador que sou hoje.

Acabas a formação no Paços e no primeiro ano de sénior és emprestado ao Felgueiras. Como correu essa experiência no Campeonato de Portugal?
Foi muito bom para mim. A minha última época no futebol de formação foi quando se deu o COVID, todos os campeonatos foram interrompidos a meio do ano menos a I Liga, que entretanto voltou, e eu acabei por ser integrado nos trabalhos da equipa principal até ao final da época. Isso deu-me algum preparo para o Campeonato de Portugal e depois joguei muito, tive bons números e aprendi muito, com jogadores muito mais batidos que eu, muito experientes. Era esse o nível que precisava naquela altura. E acabámos a festejar a “subida” para a Liga 3, que ia começar na época seguinte.
Regressas então ao Paços, ganhas o lugar na segunda metade da época e depois és titular indiscutível naquele ano estranhíssimo… Como é ver um treinador sair e voltar na mesma época?
Tudo foi estranho nesse ano! A maneira como a época se desenrolou, nada correu como esperado. Há poucos casos no futebol mundial em que um treinador sai e depois volta, mas no seio do grupo foi bem aceite. Ficámos abalados quando o mister César [Peixoto] saiu, porque tínhamos gostado muito do trabalho dele, sempre foi muito consistente. Houve um conjunto de fatores que fez com que não estivesse a correr tão bem naquele início de época, mas não queríamos que ele saísse. Depois ele voltou, fizemos um final de época melhor, mas já não deu para evitar a descida.
Onde gostaste mais de jogar até agora? Que tipo de futebol se adequou mais às tuas características?
Aqui na Turquia. Vim com pouca expectativa, não sabia o que iria encontrar e fiquei muito feliz com tudo o que encontrei aqui. Com os jogadores que chegaram entretanto, o campeonato ficou ainda mais interessante e atrai mais atenção. A minha renovação também acontece por isso, estou muito bem adaptado, numa liga muito competitiva, num clube que está há 12 ou 13 anos seguidos na I Liga, um clube modesto, familiar, como também já tinha encontrado no Paços. Já fiz quase 100 jogos aqui, é uma marca importante, e estou perto do lote de capitães, na pré-época até já usei a braçadeira.

Qual o aspecto em que consideras que evoluíste mais ao longo da carreira? E onde achas que ainda podes melhorar?
Porque esta liga assim o exige, melhorei muito no aspecto defensivo, nos duelos, no físico. Mas ainda posso melhorar em tudo, ainda sou jovem, consigo evoluir bem. Jogando mais tempo neste contexto, posso continuar a evoluir.
Sempre foste central, ou tiveste outras posições, nomeadamente na formação?
Sempre joguei a central. Eu queria ser guarda-redes, mas o meu pai não gostava que eu fosse à baliza. Já era alto naquela altura, por isso fiquei a central quase como obrigação! O sonho de ser guarda-redes ficou perdido nos 9, 10 anos (risos)!
Quem são os teus ídolos de infância? Em quem te revias na tua posição (ou revês, caso ainda esteja em actividade)?
Gostava muito do Sergio Ramos, sempre o apreciei muito. Revejo-me nele, tento fazer parecido com ele, ser o mais agressivo possível, e com bola também nunca teve dificuldades, também fazia muitos golos. Tenho de tentar melhorar isso, tentar adicionar mais números ao meu jogo. Actualmente gosto muito do Van Dijk, apesar de ser um central diferente, mais físico, mais posicional.
Que treinador (ou treinadores) mais te marcou?
Tenho obviamente o César Peixoto, que me deu muita confiança: é raro na minha posição apostar em centrais de tenra idade e ele apostou em mim, mesmo com centrais mais experientes na equipa. Com o Jorge Simão nem sequer era convocado e ele confiou em mim, trabalhou muito comigo, dava-me muito na cabeça, chamava-me muito ao gabinete para me mostrar vídeos, sou grato por isso. O João Pereira é o treinador com quem já estive mais tempo na carreira, está aqui já vai para o terceiro ano, o que é difícil para um treinador aqui na Turquia, e isso só é possível porque ele trabalha muito bem, tem ideias muito fixas e bem trabalhadas.

O que achas que falhou na passagem pela equipa principal do Sporting?
Só quem passou por lá naquela altura pode explicar. Sei que ele gosta muito do Sporting, é um clube especial para ele, e de certeza que deixou mágoa o facto de não ter conseguido ser bem sucedido nessa passagem. Claro que foi depois da saída do Rúben Amorim, a máquina estava muito bem oleada, mas são fases da vida e serviu como lição, de certeza que ele e a sua equipa técnica aprenderam muito. Têm muita vontade de trabalhar e provar que têm valor para outros vôos, como disse o Frederico Varandas, e desde que chegaram aqui mostraram qualidade e evolução, não estagnaram nas ideias que já traziam.
O que ainda esperas atingir na carreira? A selecção nacional é um sonho mais longínquo ou um objectivo bem delineado?
Claro que, na infância, todos sonhamos em chegar o mais alto possível, e com o passar do tempo vamos percebendo que provavelmente não vamos conseguir chegar ao patamar que queríamos. Estando neste contexto, e apesar de não estar numa liga onde não seja possível chegar à selecção, sei que estou distante, não jogo num clube grande e o nível dos jogadores para a minha posição é altíssimo, ainda não estou lá perto. Mas impossível não é, tenho sempre esse sonho, nunca fui às seleções, nem na formação. Mas se terminasse a carreira hoje não ia ficar com mágoa nenhuma. Gostava muito de jogar na Premier League, a liga mais mediática, mais espectacular, mas também em qualquer uma das cinco ligas de topo. Um dos meus grandes sonhos era jogar competições europeias, no Paços fiquei no banco nos jogos da Conference e foi uma sensação boa, mas queria conseguir estar em campo numa fase “de grupos”.

























(Ricardinho cumpre a segunda época no Petrolul.)
(Antes de emigrar, o barcelense esteve 4 temporadas na equipa principal do Gil Vicente.)
(Em 6 temporadas no Voluntari, o futebolista luso marcou 12 golos, 5 deles na época de estreia – 18/19.)
(Ricardo Miranda, mais conhecido por Ricardinho, tem 3 golos e 3 assistências em 62 jogos pelo Petrolul ao longo da última época e meia.)
(Emprestado pelo Gil ao Vilaverdense em 13/14, o então médio fez 1 golo em 28 partidas.)
(Entre 2018 e 2024, o lateral fez quase 200 jogos pelo Voluntari, tendo contribuido para que o clube ficasse em 4º lugar e chegasse à final da Taça em 21/22.)
(Ricardinho em ação com Soares durante o Gil Vicente 1-3 FC Porto válido pela Taça Crédito Agricola no Verão de 2017.)
(André Teixeira tem 1 golo e duas assistências em 15 jogos na Albânia.)
(Na temporada passada, o futebolista gaiense fez 28 jogos pelos cipriotas do Anorthosis Famagusta.)
(No Verão de 2023, o central assinou pelo Hapoel Petah Tivka, mas o conflito de Israel com a Palestina precipitou a sua saída a meio da época.)
(No AEL Limassol, André Teixeira viveu a primeira experiência no estrangeiro e o balanço é inteiramente positivo: mais de 150 jogos, capitão e uma Taça ganha.)
(Emprestado pelo Belenenses ao Leixões em 13/14, o defesa regressou ao Estádio do Mar em definitivo na época 16/17.)
(Em Janeiro de 2024, o futebolista português rumou ao Kifisias da Grécia, por quem fez 11 jogos em meia temporada.)
(Ligado ao Belenenses durante 4 épocas, onde atuava como lateral direito, o gaiense fez apenas 10 jogos oficiais, o suficiente para ser Campeão da II Liga.)
(Recrutado pelo FC Porto ao Candal em 2004, André Teixeira representou os “dragões” durante 8 temporadas desde os Infantis até aos Juniores.)
(Selecionador Moçambicano desde Julho de 2021, Chiquinho Conde está a fazer um belíssimo trabalho e ontem conquistou um triunfo absolutamente histórico.)
(Foi no Vitória FC que Chiquinho Conde mais deixou a sua marca enquanto jogador: foram 3 passagens e 63 golos em 169 jogos que contribuíram para uma subida e para um apuramento europeu.)
(No Verão de 1994, o avançado rumou ao Sporting a pedido de Carlos Queiroz, mas não foi além de 3 golos em 31 jogos ao longo de época e meia.)
(Contratado pelo Belenenses em 1987, o moçambicano venceu uma Taça de Portugal na primeira passagem e voltou ao Restelo na segunda metade de 95/96.)
(Internacional A pelo seu País em 98 ocasiões – 4 golos -, Chiquinho Conde disputou 3 CAN’s: 1986, 1996 e 1998.)
(Foi, sem surpresa, ao serviço do “seu” Vitória que o moçambicano viveu, até ao momento, a sua única experiência em Portugal enquanto treinador, tendo orientado os Sub-23 dos sadinos nas épocas 18/19 e 19/20.)
(Em Março de 1997, o avançado rumou aos Estados Unidos para representar o New England Revolution, onde foi colega de Walter Zenga e Alexis Lalas.)
(Kevin e Alexis Mac Allister jogaram juntos durante 25 minutos pela Seleção Argentina, 32 anos depois do Pai, Carlos, também ter sido internacional A.)
(Bobby e Jack Charlton representaram a Inglaterra nos Mundiais de 1966 e 1970.)
(Eden e Thorgan Hazard representaram a Bélgica nos Mundiais 2018 e 2022.)
(Irmãos presentes no Campeonato do Mundo por Países diferentes: Kevin-Prince e Jérôme Boateng fizeram história em 2010 ao defrontarem-se no duelo entre Gana e Alemanha.)
(Em 2010, as Honduras levaram os irmãos Palacios ao Mundial: Johnny, Wilson e Jerry.)
(Os gémeos De Boer, Frank e Ronald, representaram os Países Baixos nos Mundiais de 1998 e 2002.)
(Perto de atingir 150 jogos na nossa I Liga, Carlos Ponck está de regresso a Portugal e à Vila das Aves.)
(O Moreirense tinha sido o último clube do cabo-verdiano em Portugal: foram 29 jogos pelos axadrezados durante época e meia.)
(Contratualmente ligado ao Basaksehir durante 4 épocas, entre 2019 e 2023, o central representou os turcos durante duas temporadas e meia e sagrou-se Campeão Nacional – 70 jogos, 1 golo e uma assistência.)
(Ponck em duelo com André durante o Chaves 2-2 Sporting válido pela 17ª Jornada da I Liga em 16/17.)
(Contratado pelo Benfica a meio de 15/16, o futebolista natural de Mindelo ficou ligado aos encarnados até ao Verão de 2018, mas o máximo que conseguiu fazer foram 4 jogos pela equipa B.)
(Ao serviço do Desportivo das Aves, o internacional cabo-verdiano fez 3 golos em 70 jogos e contribuiu de forma importante para a conquista da Taça de Portugal em 17/18.)
(Carlos Ponck reforçou o Farense no Verão de 2014 e por lá ficou até Janeiro de 2016, altura em que foi transferido para o Benfica – disputou 65 jogos pelos algarvios.)